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terça-feira, 19 de agosto de 2025

Simone Leitão e Plástico Bolha convidam a ouvir a Academia Jovem Concertante 🎹🎹🎹

 

Simone Leitão é pianista de longa data e também a mais nova parceira do Jornal Plástico Bolha. Alertamos: ela é fera! Não percam a oportunidade de ouvir a Academia Jovem Concertante:

21/8 — Mossoró (RN)
22/8 — Natal (RN)
24/8 — Vitória (ES)
27/8 — Sala Cecilia Meireles (RJ)
28/8 — Mangaratiba (RJ)

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Oficina de texto infantojuvenil na PUC-Rio!

    


Se liga que tem oficina de texto infantojuvenil com Rosana Kohl Bines na PUC-Rio no segundo semestre! Procure saber aqui…

terça-feira, 22 de julho de 2025

Parem de falar mal da rotina, com Elisa Lucinda


Peça fundamental da poeta e atriz Elisa Lucinda, no Teatro Municipal de Ribeirão Preto, SP, amanhã! Praça Alto do São Bento, Jardim Mosteiro. Não percam!

sábado, 15 de fevereiro de 2025

O Céu da Língua, com Gregório Duvivier



Nosso querido parceiro e amigo, o poeta, escritor e ator, Gregório Duvivier estreia a peça O Céu da Língua, no Rio de Janeiro. Todos estão convidados para este espetáculo poético e imperdível!

O Céu da Língua

Local:
Teatro Carlos Gomes

Data/Hora:
até 23 de fev de 2025, 19:00h 

Classificação:
- Verifique Classificação -

Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.


 

domingo, 6 de agosto de 2023

Evento “A Trama Tropical”, em Botafogo



A professora Ana Chiara, nossa querida colaboradora, convida para o evento “A Trama Tropical”, com André Masseno, Fred Coelho, Leonardo Davino, e Marcelo Santos, na Casa Dirce, em Botafogo. Não percam!

quarta-feira, 10 de março de 2021

Poemarço em Salvador!


POEMARÇO, a festa

A literatura, talvez por estar tão atenta ao presente, pode até adivinhar o futuro. E, assim, a pessoa que faz poesia é uma anunciadora dos tempos. Na cosmologia iorubá o orixá Exu é o instaurador de agoras. A ialorixá Stella de Oxóssi disse certa vez: “Exu quer só estar se movimentando, fazendo tic, tic, tic no ouvido dos outros”.

​Se pensamos a/o poeta como quem inaugura agoras, esse tic, tic que ela/ele produz em nossos ouvidos são os chiados do nosso tempo. Poemarço existe para celebrar a poesia. Para celebrar a vida das pessoas que trabalham essa linguagem nos anunciando esperanças, delatando crimes, expondo feridas, sussurrando amor. Esse movimento de agoras é poesia e merece ser festejado.

​Entre outras coisas, a arte é uma elaboração estética das linguagens em associação com uma compreensão política do mundo. E essa primeira edição de Poemarço é virtual por atenção ao nosso tempo. Vivemos no Brasil uma pandemia. Os movimentos para sair dessa situação são mínimos. Este evento acontece como uma cena artística que deseja ofertar vida em meio a esse caos. A arte pode oferecer, quiçá, algum breve equilíbrio ao mundo. É nesse mortal mundo pandêmico que Poemarço acontecerá como um lugar de encontros e trocas de vida.

​É na poesia concreta, na poesia experimental, na poesia oral que buscamos inspiração para compor nosso evento. O poeta baiano Almandrade é o homenageado da festa. Os títulos das mesas, com poetas, tradutoras, tradutores, editoras e editores, os títulos das apresentações de poesia visual e das gravações de poemas, do sarau e da conferência de abertura são versos ou referências, e até mesmo títulos de livros dos poetas Augusto de Campos, Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Gilberto Gil e da poeta Stela do Patrocínio.

​As poetas e os poetas que participam dessas mesas e apresentações não têm necessariamente relações estéticas com essas e esses autores. A proposta do evento é exatamente estabelecer trocas e privilegiar a diversidade.

​Poemarço se sustenta como uma festa atenta a discussões de gênero e raça e da presença e visibilidade de pessoas e de temáticas LGBTQIA+. Da festa participam mais de 40 poetas. Desse número, 75% são mulheres indígenas, brancas, e as negras são a maioria. Pensamos Poemarço como uma festa atenta a complexidade e diversidade das definições identitárias no Brasil. E que estabelece diálogos com a produção contemporânea de países de língua portuguesa, como Moçambique e Portugal. Do Brasil temos convidadas do Ceará, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Santa Catarina, Paraíba, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Com mesas de conversa, oficinas, videopoemas e sarau, Poemarço oferece cinco dias intensos de encontros com a palavra, nossa grande homenageada.

A festa tem apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) através Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Luciany Aparecida e Mariângela Nogueira (Curadoras)

Mais em: www.poemarco.com


quarta-feira, 30 de outubro de 2019

terça-feira, 24 de setembro de 2019

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Vencedores do X Prêmio Paulo Britto de Prosa e Poesia


No dia 22 de novembro de 2018, no Solar Grandjean de Montigny, na PUC-Rio, ocorreu a cerimônia de premiação do Prêmio Paulo Britto de Prosa e Poesia, concurso aberto a todos os alunos e funcionários da universidade. Organizado pelo PET-Letras, recebeu este nome em homenagem ao grande professor, poeta e tradutor Paulo Henriques Britto — um dos padrinhos do jornal Plástico Bolha. Os textos vencedores de cada categoria vocês conhecerão ao longo dessa semana, aqui, através do nosso Blog!

Segue a lista com os nomes dos vencedores do Prêmio Paulo Britto:

PROSA

1º lugar: De cair a chuva, de Mateus Baldi
2º lugar: Um risco vermelho no cinza, de Eduardo Coletto Furlan
3° lugar: Gengibre faz bem pra garganta, de Lucas César de Oliveira

Menções honrosas:
Expresso Brasil, de Luma Rodrigues
Soma, de Matheus Ribeiro A. Lima
Um dia quente, de Irma Caputo

POESIA

1º lugar: Armadilha, de Amarílis Lage de Macedo
2° lugar: Estrelas binárias, de Maria Cecilia Touriño Brandi
3° lugar: Solstício, de Erick Monteiro Moraes

Menção honrosa:
Variação cabralina n. 1: criança, de Jorge Luiz Lima de Souza


terça-feira, 4 de junho de 2019