quinta-feira, 4 de março de 2010

poema na margem do caderno de física

.
o cair vaga
roso das
pálpebras durante
o sono interrompido,
parecem pe
sar toneladas,
como os
pianos que
subitamente
despencam do
céu
.
Clara Balbi
.

5 comentários:

Tânia Tiburzio disse...

Bonito. Também já fiz muitos poemas na margem de cadernos, não de física, mas de biologia.
Parabéns.

GG disse...

clara, voce ta de parabens !!!
maravilhoso o seu poema!

Nádia Lamas disse...

estou superorgulhosa de você, Clara, nossa mascote e Cronista Amiga! beijos, e que nunca faltem cadernos pra você escrever poeminhas assim..

Dorothéa disse...

Concordo com a Nádia, você é o nosso orgulho e nossa mascote, adorei o poema, você tem talento, desfrute-o.

Dorothéa disse...

Concordo com a Nádia, estou orgulhosa da nossa mascote, talentosa e criativa tenho certeza de um futuro brilhante. Continue assim.
Beijos