terça-feira, 21 de abril de 2009

O Hussardo e a Suicída, por 'Os 7 Velhos'...

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Um cadáver esquisito bebe vinho
Espiando uma mulher que se mata.
Mas não é que ela me vê?
Pronto! Agora, que devo fazer? Comprá-la?
Pois tudo que há passa pelo consumo
De todas as coisas sugo o sumo
Ou apareço e fundo a cena vazia
Onde ruminam os caracóis na entrada
(Um hussardo mirava o homem no chão)
Eu desisto de continuar. Não, prefiro cessar.
Correntes estéticas afastem-se de mim!
Nem o sim, nem o ar, nem o brilho de mil sóis.
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Lucas Viriato
Mauro Rebello
Paulo Gravina
Raïssa Degoes
Luiz Coelho
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Este é um sincero poema de buteco, escrito a 14 mãos num guardanapo barato. A brincadeira é no estilo dos jogos surrealistas de escrita em que cada um escreve um verso e dobra o papel passando adiante para o próximo. Assim, escreve-se sem conhecer os versos anteriores. No final, procuramos a melhor forma de assinar esse poema: Os 7 Velhos, em homenagem aos nossos amigos 7 Novos...
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8 comentários:

Carleto Gaspar 1797 disse...

hahahahahah

q figura.

ficou maneiro até, né não!! rsrs

e o outro, mais polêmico, não vai postar??

Aquele tem que ter ousadia!!

abs

Rosa disse...

Caralho, isso é muito profundo! Quando crescer, talvez me aproxime de uma escrita assim.

Vida longa a poesia e ao Plástico Bolha.

Rebecca Garcez. disse...

adoro o plástico bolha.
favoritei aqui!
beijos

Mauro Rebello disse...

uhuuuuuuuuuuuuuuuuu, muito maneiro!!! Viva os 7 velhossssss!!!!

Anônimo disse...

Depois dessa acho que minha pedida vai ser um bife acebolado. (!!!!)

.profusionn disse...

essas coisas sempre dão um resultado interessante! :)

Luiz Coelho disse...

Bife acebolado!

cfelicori disse...

Ficou bacana!